
Uma proposta de proibir as “pulseiras do sexo” foi apresentada por vereadores e até por uma deputada de São Paulo. Toda a polêmica parece ter se acirrado quando uma garota de 13 foi estuprada em Londrina, no Paraná, supostamente por ter rompido a pulseira de cor preta. De acordo com o jogo, quando isso acontecer a usuária deve ter relações sexuais com quem ela deixou romper a tal pulseira de plástico.
Ainda de acordo com o jogo, cada cor representa um afeto, a pulseira preta representa o sexo. Se a onda pega a “coisa pode ficar preta”, dizem algumas pessoas que preferem abolir esse jogo sem graça. O problema é o que a situação representa, a tal pulseira estaria indicando a disponibilidade ou não da garota para o sexo. Segundo entidades e certas autoridades, essa é mais uma onda que engrossa a fileira de coisas que representam a mulher como objeto sexual.
Proibir ou não proibir, dar ou não dar?… Cremos que com maturidade de todos, jovens e autoridades, nada disso seria necessária, nem pulseira, nem proibição.



